(Calma, Leia até o fim) Quando a Lei da época dizia que um homem poderia descartar a sua mulher dando-lhe uma carta de divórcio, a preocupação de Cristo era com o estado de desamparo no qual ficava a mulher repudiada-divorciada, pois, para todos, ela passava a ser falada e condenada a nunca mais ter o direito de amar ninguém e nem ter ninguém mais na vida, apenas porque alguém não a quis mais, por qualquer motivo. Esta é a razão pela qual Jesus—após denunciar o adultério subjetivo de todos os homens—diz que a preocupação era com expor a mulher a tornar-se adultera (Mt 5: 32c), e, também com “aquele” que, porventura, à ela se ajuntasse, pois, ele também, passaria a ser visto como o marido da repudiada. Numa sociedade onde o homem tinha todos os privilégios, incluindo o de ter uma segunda esposa caso a pudesse sustentar, descartar a esposa e entrega-la ao mundo, expunha-a a tornar-se adultera ou fosse pela realidade de ter encontrado alguém…
O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;
Atos 17:24-25

O Sermão da Montanha (completo) Palavras de Jesus Cristo para Você:) 2016.

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